Todos sofremos o primeiro dia do primeiro emprego. Seja aquele em que nos empregamos a alguém e que, com as mãos transpiradas do sol e do coração, assumimos uma mão estranha. Maior ou mais pequena que a nossa, mas a transpirar o mesmo.
Seja aquele em que nos empregamos, também a alguém, e sem dó nem piedade vendemos o que sabemos fazer a preço d'ouro (para um escravo). Ou então vendemos o que não sabemos fazer, a preço d'ouro (para um escravo).